Sexta-feira, 20 de Maio de 2005
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Minhas palavras são a metade de um diálogo obscuro

continuando através de séculos impossíveis.



Agora compreendo o sentido e a ressonância

que também trazes de tão longe em tua voz.



Nossas perguntas e respostas se reconhecem como os olhos dentro dos espelhos.



Olhos que choraram.



Conversamos dos dois extremos da noite,

como de praias opostas. Mas com uma voz que não se importa...



E um mar de estrelas se balança entre o meu pensamento e o teu.

Mas um mar sem viagens.



*


(Cecília Meireles)




publicado por Lumife às 23:24 | link do post | comentar

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